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RASTREIO DE CELULAR

entenda como as operadoras conseguem saber onde você cliente esta
As operadoras conseguem localizar o seu usuário

Você já precisou rastrear seu celular? Seja porque não o encontra ou por que foi assaltado. Hoje em dia todos os aparelhos têm um sistema de rastreio, seja ele pelo Android ou pelo IOS.

Para localizar um aparelho IOS, tenha logado a sua conta iCloud no aparelho e a opção de buscar o aparelho e GPS ativada. Para acompanhar a localização acesse o site do iCloud depois selecione a opção “Buscar iPhone” e será exibido um mapa com a localização do aparelho. Você também poderá enviar uma mensagem para que a pessoa que está com o eu aparelho veja, pode reproduzir um som (ideal para casos em que não encontra seu aparelho dentro de casa) ou até mesmo bloquear (impedindo o acesso aos seus dados) e limpar todas as suas informações no aparelho.

Agora para aparelhos Android, acesse as configurações e acesse as configurações do Google, clique em “segurança” e já vai localizar o “encontre seu dispositivo”, mantenha esta função e o seu GPS sempre ativa. Para localizar seu dispositivo acesse a página de “rastreador de dispositivos Android” e faça o login, a partir daí será possível ver a localização mais recente, nível de bateria e conexão com a internet. Também será possível emitir sons, bloquear e limpar seu aparelho.

Também é possível fazer o rastreio mesmo sem essas configurações o Cell ID é um número único atribuído a cada torre de telefonia móvel. Com a identificação de cada torre, é possível a operadora da rede sempre saberá que torre de telefonia o usuário estará próximo, já que a estrutura é o ponto de origem do sinal do celular. Ao realizar uma chamada ou acessar a internet, a localização do celular é atualizada. Porém, se o aparelho permanecer inativo, sua última localização na rede será armazenada em um banco de dados chamado Home Location Register.

Não é possivel bloquear um número a partir do EMEI, já que é um número de identificação internacional para equipamentos como smartphone e outros dispositivos que acessam redes móveis. Embora seja útil para bloqueio do aparelho à distância, ele não é utilizado para monitorar o smartphone. Seu uso é apenas autenticação do dispositivo na rede. Ao bloquear um IMEI, ele entra em uma “lista negra” das operadoras de telefonia móvel e fica impedido de autenticar em qualquer operadora.

O Governo Federal junto com às cinco principais operadoras de telefonia móvel do País vai rastrear a localização de 222,2 milhões de linhas. O objetivo é ficar de olho em aglomerações e antever o espalhamento do novo coronavírus.

Eles garantiram que os dados fornecidos visam exclusivamente o combate à covid-19. Estarão em nuvem pública (data lake) e organizados de forma agregada e anônima, de acordo com as normas da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais e do Marco Civil da Internet. Também garantira, que não haverá problemas de privacidade. Caso você esteja se perguntando, um data lake é um repositório de dados desestruturado, com as informações em estado bruto. Não se parece em nada com uma planilha de Excel.

Em uma metrópole, é possível usar a localização das antenas a que cada chip se conecta para acompanhar, ao longo do dia, o deslocamento de milhares ou milhões de pontinhos dos subúrbios para o centro, ou vice-versa nos horários de pico. Os pontinhos não são identificados, mas o movimento da população como um todo é visível em um mapa.

Com as medidas de distanciamento social e home office, houve uma queda sensível no movimento pendular diário de trabalhadores e estudantes. Neste contexto, aglomerações anormais de pessoas podem se sobressair.

Fornecer essas informações às autoridades pode ajudá-las a acompanhar a pandemia, mas é essencial que tudo seja utilizado de maneira responsável e apenas para os fins anunciados.

Esta medida divide opiniões, alguns acreditam que sua privacidade será quebrada e outros que é interessante para detectar e conter aglomerações neste período de quarentena.

Em teoria, o uso de tais dados precisaria ser autorizado previamente pelos usuários, mas a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais abre exceções e prevê boas práticas (como excluir as informações assim que possível e utilizá-las apenas para a tarefa pré-determinada). Além disso, os estados e o Governo Federal declararam calamidade pública – o que flexibiliza algumas normas

O consentimento é dispensável para dados considerados sensíveis. Os dados sensíveis são definidos pela lei como dados pessoais “sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural.” Não há menção a dados de localização.