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EXPLOSÃO DE CELULARES.

Por mais seguros que sejam, os smartphones pedem alguns cuidados para evitar acidentes, assim como qualquer eletroeletrônico. O número de explosões, no Brasil, é baixíssimo frente ao total de smartphones em uso no Brasil atualmente.

É difícil prever se o aparelho vai entrar em curto-circuito, mas o principal indício é a temperatura. O superaquecimento é o maior sinal, deixar o celular no carregador depois que ele atingiu 100% de carga também não é uma boa prática.

As causas de explosões de smartphones ou carregadores de bateria são causadas por superaquecimento. Em geral, baterias de íons-lítio são preparadas para aguentar temperaturas de até 60ºC. O calor pode gerar curto-circuito entre os polos positivo e negativo da bateria, dando início a uma reação em cadeia que leva os componentes inflamáveis da bateria à combustão.

Porém, vários fatores podem levar a esse superaquecimento, como: defeitos de fabricação, fissuras internas, acessórios de baixa qualidade, carregador sempre plugado a tomada e erros de carregamento.

Defeitos de fabricação

A situação menos provável. Todas as grandes fabricantes investem algo na segurança dos smartphones e seus elementos. Contudo, não é uma situação impossível. Porém com aparelhos não certificados o risco é maior. Já que não se tem a garantia de que o celular passou por todos os testes para evitar defeitos.

Fissuras internas

Uma fissura pode ser causada por quedas ou impactos de maior força. Também um fator raro, já que os aparelhos também contam com proteção contra esses tipos de danos. Mas após derrubar o celular, mesmo que sem problemas aparentes na tela ou estrutura traseira, se atente se ele está funcionando normalmente, derrubar o aparelho também pode fazer com que ele entre em curto-circuito. Os eletrodos, que são polos condutores de corrente elétrica, podem ser amassados.

Acessórios de baixa qualidade

Acessórios “piratas”, como fones de ouvido e carregadores, podem acabar saindo bem mais caro. Da mesma forma que acontece nos aparelhos, os acessórios também devem ser passados por uma série de testes de segurança. E os acessórios falsificados são vendidos sem nenhuma certificação.

Carregador que não sai da tomada

Sempre que está plugado na tomada, um carregador conduz energia elétrica. Logo, qualquer situação incomum, como uma sobrecarga repentina, pode causar o superaquecimento do dispositivo. Dependendo da intensidade, o carregador pode pegar fogo ou mesmo explodir. Uma descarga elétrica pode se propagar pela rede elétrica, passar pelo carregador e atingir a pessoa. O impulso elétrico de alta intensidade pode dar choques.

Erros de carregamento

Se o celular estiver com a carga cheia, mas continuar na tomada, pode ocorrer uma falha. Mas a maioria dos dispositivos originais têm proteção que impede a passagem de energia. A maior parte dos dispositivos atuais têm uma válvula que se a temperatura aumentar e a pressão subir demais, a bateria abre para que não ocorra explosão. Mas a proteção pode falhar, principalmente em produtos não-certificados ou com defeito de fabricação. Mesmo assim o mais seguro é que o celular não fique no carregador por uma noite inteira, o ideal é que, ao completar os 100% de carga, você tire o aparelho e o carregador da tomada.

Além desses cuidados, também é válido sempre estar atento aos sinais de que o seu aparelho pode estar sofrendo algum tipo de superaquecimento.

O mais óbvio desses sinais é a própria temperatura da estrutura do aparelho. Após algum tempo de atividades mais pesadas, como reprodução de jogos e vídeos, é normal que o smartphone fique um pouco mais quente. Contudo, se você perceber que a diferença é muito grande, pode ter algo errado.

O mesmo vale para a duração da bateria. Tudo bem que, após alguns meses de uso, a durabilidade não é mais a mesma de um celular novo com alguns dias de uso. Mas se o aparelho descarregar muito mais rápido do que antes, vale ter atenção. O mesmo vale para os que desligam ainda com alguma porcentagem de bateria. Em qualquer uma dessas situações, o mais indicado é que você leve o smartphone até a Helpfone para que seja feito uma avaliação e evitar maiores problemas.

Em 2016 uma marca de celular foi obrigada a suspender a venda de seu novo aparelho, e paralisar sua produção após ao menos 35 aparelhos pegarem fogo enquanto carregavam. Pouco depois recuperaram cerca de 2,5 milhões de unidades do produto. A empresa também realizou um pedido de desculpas público a seus consumidores.

Anos depois a mesma empresa teve que pagar uma indenização no valor de R$5000,00 por danos morais a um consumidor que após atualizar o sistema operacional e o aparelho entrar em combustão.